OAB 42: Expectativas para as Peças Profissionais na Segunda Fase

OAB 42: Expectativas para as Peças Profissionais na Segunda Fase

A Importância das Peças Profissionais no Exame OAB 42

O exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é um marco essencial na carreira de qualquer advogado. A segunda fase do OAB 42, agendada para 16 de fevereiro de 2025, exige dos candidatos não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas de elaboração de peças processuais. Essas peças representam metade da pontuação total, o que destaca sua importância no exame.

Na preparação para esta fase crucial, os candidatos devem focar na análise de situações hipotéticas, identificando qual documento jurídico é o mais adequado e estruturando-o com uma boa fundamentação legal. Um estudo das provas anteriores pode oferecer pistas valiosas sobre as tendências e preferências. Por exemplo, no OAB 41, realizado em setembro de 2024, as peças mais frequentes incluíram 'Apelação' nas áreas de Direito Penal e Direito Tributário, além de 'Agravo de Petição' no Direito do Trabalho.

Tendências e Dicas para a Preparação

Um estudo conduzido pelo Professor Rodrigo Lima revelou dados estatísticos importantes sobre a frequência das peças por área jurídica. No Direito Empresarial, os candidatos frequentemente se deparam com 'Ação de Execução por Quantia Certa' e 'Agravo de Instrumento'. No Direito Penal, as peças 'Memoriais' e 'Apelação' têm aparecido regularmente.

Apesar das tendências observadas, é fundamental que os candidatos não negligenciem outras áreas. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela elaboração do exame, pode surpreender com variações que fogem do padrão, tornando a preparação abrangente ainda mais crítica. Estudar e praticar todos os tipos de documentos possíveis é a melhor estratégia para estar preparado para qualquer eventualidade.

A segunda fase do OAB 42 representa um desafio que vai além de decorar leis. Ela testa a capacidade prática dos futuros advogados de solucionar problemas reais, uma habilidade vital para quem deseja ter sucesso na advocacia.

6 Comentários

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    Juliana Rodrigues

    março 13, 2025 AT 18:15
    Ninguém liga pra essas peças! O que importa é decorar o código penal e fingir que entende de processo civil.
    Eu passei sem estudar peças. Só falei com o juiz na hora.
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    Mayara Osti de Paiva

    março 14, 2025 AT 22:26
    Você está totalmente errada! As peças são a base da advocacia real!
    Se você não sabe redigir uma apelação com fundamentação correta, você não é advogada, é um(a) copista de PDFs!
    Isso aqui não é prova de memorização, é teste de competência prática!
    Eu já vi candidatos serem eliminados por usar vírgula no lugar de ponto e vírgula em petições!
    Isso não é exagero - é exigência mínima da FGV!
    Se você não treina peças todos os dias, você está se preparando para o fracasso!
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    Thalyta Smaug

    março 15, 2025 AT 23:47
    kkkkk alguém ainda acredita que a FGV vai cair numa apelação?
    Última vez que caiu foi em 2019... e eles já estão com medo de repetir.
    Preparação? Tá na hora de estudar o que eles NÃO vão pedir!
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    ALINE ARABEYRE

    março 16, 2025 AT 12:36
    A análise estatística apresentada no texto é correta e alinhada aos dados oficiais da Fundação Getúlio Vargas, publicados em seu relatório de análise de provas anteriores (2020-2024).
    As peças mais recorrentes, de fato, são: Apelação (Direito Penal e Tributário), Agravo de Petição (Direito do Trabalho), Ação de Execução por Quantia Certa (Direito Empresarial) e Agravo de Instrumento (Direito Empresarial).
    Contudo, a recomendação de estudo abrangente é essencial, pois a banca tem demonstrado, nos últimos dois anos, uma tendência de introduzir peças menos comuns - como Embargos de Declaração em Direito Civil e Recurso Especial em Direito Administrativo - em 15% das provas.
    Recomenda-se, portanto, que o candidato domine, além das peças mais frequentes, os modelos de petição de todas as áreas previstas no edital, com atenção especial à estrutura, à fundamentação jurídica e à linguagem técnica adequada.
    A redação de peças não é um exercício de memória, mas de raciocínio jurídico aplicado - e isso exige prática constante, revisão por pares e correção por profissionais com experiência em banca examinadora.
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    Gabriel Henrique Alves de Araújo

    março 18, 2025 AT 00:17
    É importante lembrar que a OAB não busca apenas profissionais que sabem redigir peças, mas aqueles que compreendem o papel social da advocacia.
    As peças são ferramentas, mas o que realmente importa é a intenção por trás delas: justiça, dignidade, direitos.
    Estudar com foco exclusivo em padrões de prova pode levar à desumanização da profissão.
    Se você treinar peças com empatia, pensando no cliente que sofre, na parte vulnerável, na realidade concreta - você já está um passo à frente.
    Isso não está no edital, mas está no coração da profissão.
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    camila cañas

    março 18, 2025 AT 15:16
    Tá tudo errado. A OAB é só um negócio pra ganhar dinheiro. Ninguém liga se você sabe escrever apelação ou não.
    Na vida real, advogado só copia e cola do Google e faz contrato no Word.
    Se você perder por causa de uma vírgula, tá na hora de trocar de carreira.
    Eu passei com 50% de nota e nem sabia o que era agravo de instrumento.
    Se você estuda isso tudo, você é um nerd.
    É só um exame. Relaxa.
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